MOSTRA TUA FACE!

“As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar…” ♪

Aposto que você já ouviu isso da sua avó ou da sua mãe ou, se você tem idade avançada (que nem euzinha) já ouviu na TV mesmo… rs

Poizé, as Pernambucanas são mais do que a loja onde você compra sua roupa de cama e, desde 2004, entraram de cabeça no mundo da moda em parceria com a Ford Models promovendo o concurso “Faces“.

Hoje, 31 de agosto, às 14h00 , olheiros da Ford estarão na Pernambucanas da rua 14 de julho, nº 2251 para acharem novos modelos entre 14 e 25 anos. Essa ação faz parte da segunda etapa do concurso que tem 4 etapas. Quem estiver interessado tem que comparecer levando uma foto caseira e documento de identidade.  Serão escolhidos quatro candidatos que terão o direito de participar do desfile da semifinal estadual do concurso Faces que vai acontecer na loja Pernambucanas do Shopping Norte Sul Plaza, sábado, dia 3 de setembro, às 16h00. O desfile será aberto ao público e será apresentado pelo ator global Kayky Brito (mas no rádio ontem ouvi que era o Caio Castro).

 

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PROCURANDO NEMO

Já escrevi inúmeras vezes sobre minha opinião com respeito à liberdade na hora de se vestir.

Acho que cada um pode e deve colocar o que quiser em si (“tem que sustentar!” diria uma palestrante que ouvi uma vez). O que vou fazer agora não é, de forma alguma, um “pode ou não pode” da Moda… mas achei muito divertido e queria compartilhar.

Mais uma vez, tava sem a câmera e meu celular teve que me salvar… essas fotos foram tiradas no Terminal Bandeirantes ontem a noite:

… e aí, acharam o Nemo? rs

UMA BONEQUINHA DE MUITA FORÇA

Evelin Fomin é cantora, atriz, jornalista e deve fazer milhões de outras coisas que eu não sei.

 Minha primeira impressão dela foi: “Uau!”
Dona de uma voz potente, suas roupas sempre me chamaram a atenção por fazê-la parecer uma “bonequinha” em contraste com a força apresentada nas músicas que cantava.

Trabalhou 11 anos no jornal O Estado de São Paulo de onde saiu em fevereiro desse ano. Logo após fez alguns trabalhos de edição da revista Gloss da Editora Abril, no jornal A Folha de São Paulo, na revista Veja (“uma matéria enorme que me orgulhei demais. Pena que não posso dizer qual é porque ela ainda vai ser publicada.”) e hoje trabalha na Editora Livre Conteúdo Cultural, editora que tem entre seus produtos a revista S/Nº, de fotografia de moda, do Bob Wolfenson.

Bonita, moderna, trabalha na área… e aceitou de pronto responder às minhas perguntas. Como eu já disse: simplicidade é tudo!

A primeira impressão que vocês tiveram também foi: “UAU!”?

INFINITAS CARAS:  O que chegou na sua vida primeiro: o jornalismo ou a Moda?

EVELIN FOMIN: Bem, nunca vou me esquecer de quando eu tinha 12 anos de idade e um cabeleireiro amigo amigo da família disse: “Essa menina é toda estilosa. Quando ela crescer ela vai se vestir muito bem”. Me lembro que estava com uma camisa xadrez, em tons pasteis de verde e rosa, e eu estava me olhando no espelho e improvisando uma fivela de cabelo pra fazer de gravatinha-borboleta. Ouvi aquilo e entendi que era um elogio, mas eu não tinha a menor ideia do que a palavra “estilosa” significava. Então, por assim dizer, a moda veio primeiro, intuitiva. Racionalmente, comecei com jornalismo, minha primeira faculdade e um dos meios principais em que eu me expresso como forma de ganha-pão.

IC:  Vejo na faculdade que existe certo preconceito com a turma de Moda, como se tivesse menos importância que os outros cursos. Você sente esse preconceito por parte de seus colegas de jornalismo por falar sobre Moda?

EF: Dependendo da área em que você está, Moda é vista com muita importância e de uma maneira que vai além da estética, abordando comportamentos que influenciam e são influenciados por ela, um dos princípios do que significa a cobertura jornalística em seu estado mais puro (observação do comportamento do ser humano e seus desdobramentos na sociedade). Mas se você é da área que a gente chama de “hard news”, ou seja, que faz a cobertura dos aspectos políticos, econômicos e internacionais da sociedade, você é visto como “perfumaria”. Mas isso é um olhar não só pra Moda, mas pra cobertura da Cultura no geral. Há essa rixinha tanto de um grupo para o outro: o pessoal que cobre hard news vê com menosprezo o pessoal da soft news, e vice-versa. Mas nas revistas femininas, por exemplo, em que o assunto é cervical na publicação, existe um outro extremo. Aí o assunto fica chato e superficial. Excessos, né? Ruim em todos os aspectos. 

IC:  Não existe mais a obrigatoriedade de se ter um diploma para ser jornalista e muitos blogs de Moda são escritos por pessoas que não fizeram faculdade na área. Você acha que a formação acadêmica é imprescindível para unir as duas coisas ou a curiosidade e pesquisa são suficientes para o sucesso?

EF: Eu acho que a faculdade ajuda qualquer pessoa a adquirir repertório, ou indica pelo menos os caminhos pra isso. A menos que você seja um autodidata, um leitor incansável, uma pessoa que consegue se alimentar intelectualmente sozinho, ou sem a instituição, aí a faculdade não faz muito sentido. Mas eu gosto também do que o ambiente acadêmico pode fazer com as pessoas: você conhece gente nova, tem de trabalhar em equipe, ser criativo, enfim, ferramentas que você começa a desenvolver e vão ajudar muito lá na frente. 

IC:  Você tem um blog. Algumas pessoas acham que esse meio de comunicação vai, aos poucos, substituir a mídia impressa. Você concorda com isso?

EF: Eu acho que a mídia impressa não vai sumir, pelo menos nesta era, enquanto eu ainda estiver viva. A mídia impressa tem o seu papel e um deles é o aprofundamento dos assuntos. A internet é uma linguagem rápida. Mesmo que você encontre um material denso a respeito do que quer que seja, vejo nisso uma ferramenta mais secundária e para uso imediato. A internet é a democratização dos conteúdos, é verdade, mas os livros, por exemplo, nunca vão acabar. Nem podem: de onde as pessoas vão tirar informação pra copiar e colar na internet? Eles se realimentam, é um loop de informações. E os jornais e as revistas têm de se reinventar, mas têm um caminho que sempre existiu: inovação gráfica, de forma de apresentação de conteúdo sensorial, que a internet não tem, a não ser com a ajuda dos gadjets.

IC: Como falar do que NÃO se gosta sendo imparcial? Colocar opinião pessoal numa matéria é anti profissional?

EF: Acho a imparcialidade uma utopia. E mais, quase uma hipocrisia. Desde o momento em que você escolhe o que vai fazer, a pauta, por exemplo, já existe ali uma opção parcial. Existe o gosto do diretor de uma redação, o pedido do editor, o filtro do repórter… Acho bem impossível ser imparcial. Agora o que não pode é ser imoral, não deixar claro pro leitor o que é um fato do que é uma opinião. E pior que isso é dar informação errada, incorreta.

IC: Qual foi a matéria que você fez que te deu mais orgulho?

EF: Eu sou jornalista há muitos anos, só de Estadão eu tenho 11 anos, cobrindo Política e, depois, Cultura e Variedades. Então é bem difícil escolher uma, tenho várias matérias que me deram orgulhos em diversos momentos da minha carreira. Mas tenho muito orgulho do trabalho que eu desenvolvi no Guia do Estado, quando eu era editora, e, depois, quando ele virou Divirta-se, e eu era a supervisora, responsável pela publicação. Ele foi meu xodó durante muitos anos. Foi nele que criei minha coluna Programa de Mulherzinha, que rendeu um blog (o tumblr) e que vai virar site em breve. O domínio já existe, se você clicar em www.programademulherzinha.com.br ele cai no meu tumblr. Gostei muito de desenvolver o primeiro canal na internet de moda no Estadão, o Blog de Moda, que tinha uma equipe de repórteres muito empenhados em fazer aquilo acontecer. Mas taí um exemplo de “perfumaria”. O jornal, por pura falta de interesse, não investiu um milésimo do que poderia ter investido e nunca mais nem olhei o blog. Mas confesso que depois de anos cobrindo cultura, fiz uma matéria especial pra Veja, na área de ciências, agora no fim de julho, que me orgulhei demais. Pena que não posso dizer qual é porque ela ainda vai ser publicada.

IC: O que você aprendeu sobre sua profissão (jornalista de moda) que ninguém nunca tinha te alertado?

EF: Que quanto mais cara de blasé você tiver, mais bode eu vou ter de você, rs. 

IC: Indique um blog e uma revista que todo mundo precisa conhecer.

 EF: No meu reader eu tenho tantos blogs que eu sigo, mas tantos que dá até preguiça. Deixa eu ver… bom, eu adoro o Advanced Style, uma sacada genial do Ari Seth Cohen de clicar o que gente acima dos 60 está vestindo pelas ruas no mundo. É bom saber que dá pra envelhecer com estilo. Esse é um de moda. Mas tem um blog que eu absolutamente amo que é o My Milk Toof, de uma designer que cria roteiros de pequenas histórias de aventura de um casal de dentes. É a coisa mais linda de ver, riquíssimo em detalhes. Porque quem cobre moda tem de se alimentar de tudo, não só de moda, enfim. A revista S/Nº eu acho lindíssima, cada edição é um catálogo incrível de fotógrafos também incríveis. Um revista feminina brasileira que gosto muito é a Lola. E uma revista inteligente, eu indicaria a inglesa Monocle, sofisticadíssima.

IC:  Já que te apresentei como cantora e atriz, quem são as personalidades da música e das artes cênicas que se vestem bem?

EF: Gosto muito do estilo do Thiago Pethit, ele é uma boa referência masculina. Sabe que eu não gosto de jeito nenhum do timbre de voz da Vanessa Da Mata, muito menos do estilo de música dela, mas sempre me chamaram a atenção os vestidões que ela usa, as saias, tudo tão delicado, tão brasileiro…

Thiago Pethit e Vanessa da Mata: bem vestidos

IC:  Ser Moda ou fazer a Moda acontecer?

EF: Um pouco dos dois.

IC: Uma mensagem para os leitores.

EF: Vou tirar aqui um poema do Quintana, como se fosse uma caixinha de promessa, e o que sair saiu: “Dupla delícia. O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.” Taí, sem querer, a resposta de uma das perguntas acima. =) 

… e eu que já admirava passei a admirar ainda mais! 

Vale a pena olhar todos os links e recomendações que ela deixou… além de experiente, tem muito bom gosto.

Beijo da tia,

**kel**

COLEÇÃO NOVA NA ANDARELLA

Gente, a Andarella lançou coleção nova de calçados!

E ontem nós, acadêmicos de Moda da Uniderp fomos conferir. Sapatos lindos, champanhe e trufas… vem com a gente ver! 😉

Enquanto a gente ouvia uma musiquinha, tomava uns “bons drink” e comia trufa, modelos lindas desfilavam os sapatos e bolsas da coleção:

Quem mais morreu pelo vestido?

Outro vestido lindo

Nós com o designer da loja

A  ANDARELLA CALÇADOS fica na Av. Afonso Pena 4.400 – Campo Grande – MS.

Beijo da tia,

**kel**

“EU ME DIVIRTO COM A MODA”

Hoje todo mundo fala de grandes estilistas, das famosas, das modelos…

A Moda está além dos holofotes. Pensar que se formar na área ou fazer um blog vai dar dinheiro, reconhecimento e status é utópico. Quem trabalha de verdade tem pouco reconhecimento e não tanto dinheiro assim: “consigo pagar minhas contas” eu ouvi recentemente.  Apesar disso, ainda existe quem se enverede pelo caminho e trabalhe muito não em nome do dinheiro mas em nome do amor pela profissão. Criei um cantinho para que essas pessoas possam se expressar e dar dicas àqueles que, como eu, querem entrar no mercado.

Ester Ganev, 25 anos, dois filhos, “recém-solteira” é minha amiga e linda! Maquiadora e produtora de moda, paulista paulistana, adora o trabalho, pessoas, estética (“sou muito visual”), e se diverte muito trabalhando.

INFINITAS CARAS: Como você entrou na Moda?

ESTER GANEV: Eu sempre fui muito visual, gostava de artes, literatura, fotografia… Me lembro que minha brincadeira preferida na infância (até quase adulta.. hahaha) era trocar as roupas das Barbies. Teve uma época que eu quis viver do rock, escrever pra um caderno cultural,
resenhar discos ou algo assim. Depois da escola eu cheguei a me matricular em jornalismo, mas decidi viajar, e na volta, resolvi que queria me envolver em trabalhos humanitários, e, de alguma forma,
negava o meu amor à moda, achava superficial, fútil demais. Depois de aceitar que eu realmente gostava de lidar com gente, arte, etc., abracei o mundo das modas no meu dia a dia, carreira, e não me arrependo!

IC: Sei que você não é graduada, mas fez cursos na área de maquiagem. Qual foi a importância do curso pra você e o que você nunca saberia sem ele?

EG: Quando eu decidi seguir carreira em moda, eu já tinha um filho bebezico, e queria poder me dedicar em tempo integral a ele, e não quis fazer faculdade (ainda não fiz), e, como sempre gostei muito de maquiagem, achei que um curso mais rápido de make me abriria portas pro mercado. Eu gosto muito da ideia de “compor um personagem”, pensar em todos os aspectos da pessoa. Nesse sentido, me sinto mais comercial, já que eu sempre penso no que vai favorecer a pessoa, embelezar como um todo, do formato de rosto, às proporções corporais.  Aprendi a “ler” rostos (visagismo) e a importância da preparação de pele, cosmetologia… Mas, aprender a maquiar, só na prática mesmo. Muitas técnicas estão aí, difundidas nos blogs de beleza, o negócio é a habilidade e mão firme.

IC: Como conseguiu seu primeiro trabalho na área?

EG: Eu sempre fui muito curiosa e atrevida. Sempre me ofereci como escravinha pra poder aprender a trabalhar. Faço assistência pra stylists, no começo de graça mesmo. O bom é que, eu amo meu trabalho, daí eu acabo sempre me divertindo, e fazendo tudo com amor.

IC: O que aprendeu na “raça”?

EG: TUDO! hahaha. Eu não tenho formação técnica, aprendi a trabalhar, trabalhando! Mas, devo ressaltar que, é preciso sim, treinar o olho, refinar o bom gosto. Tem muita coisa que eu achava esquisito antes do trabalho, mas agora acho lindo. Na verdade, pra mim, toda roupa tem jeito, e merece ganhar vida ao ser usada. E nada que um jeito novo de usar, um ajuste na costureira não resolva.

IC: Qual o trabalho que fez que te deu mais orgulho

EG: Eu tenho alguns trabalhos bacanas, tipo Elle, Vogue, algumas publicidades e programas de TV, mas acho que, os editoriais que
fizemos pro Ig moda foram os mais divertidos. Foi o primeiro trabalho que não fomos assistentes de ninguém, pudemos criar, e fazer tudo sozinhas. Tínhamos uma sincronia bacana entre o fotógrafo, era muito legal. Os modelos deviam nos achar um bando de malucos no set 🙂 Trabalhar na Vogue também era demais. É bem aquilo do filme “O diabo veste Prada”, mas graças a Deus, a Adriana Dórea, minha chefe, sempre foi uma querida, tenho uma dívida de carinho enorme por ela, que investiu e nos ensinou a trabalhar.

Trabalhinho pra Vogue Brasil

IC: Quem é sua inspiração?

EG: Ai gente, essa vai ser meio randômica. Eu sempre me inspiro no vintage, no glamour antigo, na silhueta feminina… em todas as
épocas, anos 20, 40, 60… Coco Chanel é ícone, nem precisa falar, né, de estilo de vida, da maneira que ela encarou e viveu a moda. E a marca, eu acho incrível. Elegante, atemporal, clássica, versátil…

IC: Entre as publicações de Moda qual você indica pra pessoas que querem estar por dentro das novidades?

EG: Eu acho  Vogue incrível, tem tudo lá. E gosto de revistas despretensiosas, como a Criativa. Blogs de street style também são
ótimos. Pessoas reais, na rua, vivendo a vida de verdade… 

Vogue Brasil

IC: Como você define seu estilo?

EG: Meu estilo é confortável, brecholoso, do rock, low profile*. To sempre de flats*, e quando saio com os meninos, mochila nas costas pra ter as mãos livres. Já que sou tatuada, não uso muita estampa. Meu uniforme é quase sempre leggings, camiseta e o sapato varia pra sapatilha, tênis ou coturno.

IC: O que uma profissional na sua área deve ter e o que não deve fazer?

EG: Deve ter disposição! Hahahah. Trabalhar muito, pouco reconhecimento, e muita concorrência fazem parte do dia a dia. E não deve ter arrogância. A vaidade é o motor do trabalho, mas não custa ser agradável com todo mundo e respeitoso. Mesmo na correria.

IC: SER Moda ou FAZER a Moda acontecer?

EG: Ish, não sei responder isso aí não! hahaha. Fazer a moda acontecer, ser moda? Eu me divirto com a moda. Eu não costumo gastar dinheiro com roupa, mas, com informação, um assalto ao guarda-roupa da mãe, um bazar de igreja, muita criatividade dão conta 🙂

IC: Uma mensagem para os leitores.

EG: Mensagem para os leitores! ahahhahaha! Quem sou eu gente? Ó, vou dar a dica do que tá dando certo pra mim: trabalhar com amor, ir atrás do trabalho que dá prazer. No começo é frustrante, mas os frutos virão 🙂 

Beijo kelzinha! amo vc!

 

Make up por Ester Ganev

Make up

*Flats (pump flats): São sapatos sem salto. Sapatilhas, oxfords… pump flats são sapatilhas de bailarina

*Low profile: Modesto, sem muita pretensão

 

BEHIND THE SCENES

Aconteceu em Campo Grande o desfile das incubadoras do município de Campo Grande e nós do curso de Moda fomos convidados para ajudar na produção do evento. Assim que recebemos o convite eu logo quis fazer parte disso e tenho um chefe ótimo que logo me liberou.

Cheguei com um pouco de medo… “e se eu não der conta?” ou “e se eu fizer alguma coisa errada?” Mas minha experiência de vida me ensinou que eu tenho que pelo menos tentar… minha parte é fazer o melhor que eu posso e se gostarem ótimo! E parece que agradamos! Tivemos até promessas de sermos chamados para outros eventos… e eu to amando né?

Como acontece sempre que encaramos uma novidade, eu fiquei bem tensa… mas o trabalho foi super tranquilo! Poucas modelos (muito simpáticas), poucas trocas de roupa, uma correriazinha aqui, outra ali e a gente se divertiu pra caramba!

Não liguem pras minhas fotinhos de celular tá gentem? É que ninguém tinha câmera, a gente improvisou!

[nota mental: tenho MESMO que deixar minha câmera na bolsa pra sempre!]

Nossa "dona maria" oficial... rs

"Que cara é essa kel?" é a pergunta que todos se fazem...

Uma modelo Plus Size (a única!)! Fiquei feliz e me senti representada!

Equipe de maquiagem em ação... e a gente lá, olhando, aprendendo, ajudando...

Gente, simpatia é tudo nessa vida e essa menina é uma lady! Além de linda, óbvio. (tentei fazer "irmã de cabelo" e fiquei com cara de vó dela! RÁ!)

Ju, Bárbara, Lah, Patrícia e Ewy

"Çençualizei" segurando a calçinha hein? hahahaha

Parabéns pra nós!

Beijo da tia,

**kel**

NOVIDADES EM BREVE

Gente, aqui tá desatualizado mas eu não to parada não… as aulas voltaram e com elas muita informação nova.

Hoje vou trabalhar na produção de um desfile de incubadoras de Campo Grande. Vai ser minha primeira vez trabalhando efetivamente na área e, mesmo que não seja um grande trabalho com muita visibilidade vai ser muito legal pra me dar experiência.To me preparando pra ralação, pro descabelamento e pra unha descascada! rs

 

A maioria das pessoas tá sempre em busca de conhecer e saber mais de grandes estilistas, gente famosa, e se esquece da galera que rala, que sua a camisa, que tá além do glamour…

Não o Infinitas Caras, meu amor! Tem coisa boa chegando por aí…

… mas to me adiantando… esperem e confiem! 😉

Beijo da tia,

**kel**